BIOGRAFIAS DOS RAPPERS MAIS CONHECIDOS

BIOGRAFIA DE LAURYN HILL


Lauryn Hill

Biografia

Lauryn Hill nasceu em South Orange, New Jersey, filha de uma professora de inglês e de um consultor de computação. Seu estilo musical foi muito influenciado por seus pais, que gostavam muito de Rhythm and Blues.

Lauryn Hill decidiu investir em sua carreira musical aos 13 anos de idade. Teve sua estréia interpretando uma canção de Smokey Robinson numa espécie de gincana no mítico teatro Apollo. Durante a apresentação, a garota foi vaiada e apesar disso, conseguiu contornar a situação. Porém, chegou ao camarim chorando e ouviu de sua mãe: "Bem, talvez você não tenha nascido para isso". É claro que a garotinha nunca acreditou nisso.

Pouco antes de sair do colégio para iniciar o curso de História na Universidade Columbia, Lauryn arriscou a carreira de atriz em duas participações profissionais. Ao lado de Whoopi Goldberg, interpretou uma estudante no filme "Mudança de Hábito II".

Parecia que Lauryn já havia chegado ao topo com as 17 milhões de cópias que ela e seus companheiros do grupo Fugees (Wyclef "Clef" Jean e Prakazrel "Pras" Michel) haviam vendido com o "The Score", o segundo álbum do trio, lançado em 96. Esse álbum consagrou os Fugees (abreviação de refugges, refugiados em inglês) e deu a Lauryn Hill a chance de demonstrar todo seu talento através dos hits "Killing me softly", de Roberta Flack, e "No Women No Cry", de Bob Marley. Os irmão Wyclef e Pras eram amigos do irmão de Lauryn e os três decidiram formar o grupo em 1993, quando a cantora tinha apenas 17 anos. No final da turnê do segundo trabalho do grupo, em 97, Lauryn Hill descobriu que estava grávida de seu namorado Rohan, filho do cantor Bob Marley. Ela então se afastou dos palcos para se dedicar ao nascimento de seu primeiro filho, Zion. Depois Wyclef acabou produzindo seu próprio disco, "The Carnival", e Pras lançou "Ghetto Supastar", um mês após Lauryn Hill lançar seu primeiro disco solo "The Miseducation of Lauryn Hill", em 1998. Considerado um divisor de águas no R&B e no hip hop, o disco foi produzido pela própria cantora. Vendeu mais de 4 milhões de cópias e garantiu cinco Grammys à artista.

Recentemente, a diva negra gravou "MTV Unplugged 2.0", seu novo álbum. No trabalho, Hill expôs sua vida, sentimentos e frustrações. No setlist, 13 canções inéditas, extremamente pessoais, nas quais ela fala de como se tornou prisioneira da fama, sua desilusão com várias pessoas e sobre suas novas atitudes.

 

sábado 28 maio 2011 12:17 , em BIOGRAFIAS DOS RAPPERS MAIS CONHECIDOS


FAT JOE

Blog de cantinhodobaxo :HIP HOP PELO MUNDO..., FAT JOE

Joseph Antonio Cartagena nasceu no dia 19 de agosto de 1970, seu nome artístico é Fat Joe, ele é um rapper americano. Ele é mais conhecido como ‘Fat Joe Da Gangsta' e ‘Joey Crack'.

Fat Joe (nascido com o nome de Jose Antonio Cartagena, Nova Iorque, 19 de Agosto de 1970) é um rapper norte-americano.

Tornou-se popular no âmbito do hip-hop, gravando músicas ao lado de Thalía, Ashanti, Paris Hilton e Jennifer Lopez.

 

quinta 26 maio 2011 17:44 , em BIOGRAFIAS DOS RAPPERS MAIS CONHECIDOS


JEEZY

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Young Jeezy, nome artístico de Jay Jenkins, (28 de Setembro de 1977, Atlanta, Geórgia), é um rapper americano. Jeezy foi criado em Macon, Geórgia, atualmente reside em Atlanta, é especializado em southern rap, onde é um dos artistas mais condicionados do momento. Antigamente fazia parte da Bad Boy Records como membro do quarteto Boyz N Da Hood. Agora em carreira solo esta firmado com a Def Jam Records. Originário de Atlanta, Young Jeezy, é um dos nomes de grande qualidade que têm emergido do Sul e que, em muito, têm contríbuido para o aumento da credibilidade e respeito pelo rap feito nos EUA. Tal como muitos rappers o passado de Jeezy está bastante relacionado com atividades criminosas, nomeadamente o tráfico de cocaína. Ainda assim, há uns anos, Young Jeezy decide criar a sua própria editora, a Corporate Thugz Entertainment e dedicar-se à música. O resultado foi lançado em 2003 pela sua Corporate Thugz e deu pelo nome de Come Shop Wit' Me. Embora tenha passado despercebido do grande público e não tenha vendido um grande número de cópias, o disco serviu para evidenciar as qualidades e skillz de Jay Jenkins.

Acabou por lhe valer um contrato com a Def Jam, presidida por Jay-Z, e resultar na edição de Let's Get It: Thug Motivation 101 em 2005. Embora muito pouco tenha cedido à indústria e tenha sempre mantido a sua postura que lhe proporcionara um grande respeito das ruas, Jeezy conseguiu que este seu primeiro álbum por uma major fosse um grande êxito. "Soul Survivor", com Akon, foi número #1 nos principais tops de rap e R&B. De resto o álbum foi muito frutuoso em termos de singles, tendo ainda sido editados "And Then What", com Mannie Fresh, "Go Crazy (remix)", com Jay-Z, "Trap Or Die", com Bun B, "My Hood" e "Trap Star".

Em Let's Get It: Thug Motivation podemos ainda ouvir, para além dos nomes já citados, Lil' Scrappy, T.I., Fat Joe, Ill Will, Trick Daddy, Young Buck, Lloyd e Slick Pulla. Recentemente tem participado em músicas com diversos rappers e cantores, como é o caso de Juelz Santana, T.I., Rick Ross, Christina Milian, entre outros. Young Jeezy faz também parte do coletivo Boyz N' Da Hood, que, poucas semanas antes do lançamento do álbum de Jeezy pela Def Jam, editaram um álbum em 2005. Lançado pela Bad Boy Entertainment, de Diddy, o álbum foi homónimo. Baseado na sua ‘alcunha', o MC nativo de Atlanta tem ainda uma linha de t-shirts Snowman. Em 2006 com a participação de Christina Milian no single "Say I", Jeezy lança seu segundo álbum por uma gravadora maior entitulado The Inspiration, com participações de Project Pat, T.I., Keyshia Cole, Three 6 Mafia, R. Kelly.

 

quinta 26 maio 2011 17:37 , em BIOGRAFIAS DOS RAPPERS MAIS CONHECIDOS


BIOGRAFIA DE DMX

Blog de cantinhodobaxo :HIP HOP PELO MUNDO..., BIOGRAFIA DE DMX

Earl Simmons (apelido de DMX), surgiu depois da morte dos grandes rappers 2Pac e Notorious B.I.G. tendo como responsabilidade substituí-los à altura como foi o que fez.
DMX começou a construir a carreira dele com um aparecimento nas mixtapes do DJ Clue. Em 1997, ele foi convidado a cantar em "4 , 3, 2, 1. " do LL Coll J. Mais adiante foi convidado a cantar em "24 Hours to live" de Mase e Yonkers MCs da mesma categoria o LOX em "Money, Power & Respect criou um respeito até mais forte. DMX estreou em 1998 com o Album "It's dark and the Hell is Hot" com o single "Get at me Dog". Logo em seguida estourou a bomba " Ruff Ryders Anthem" produzida pelo seu amigo e produtor Swizz Beatz, que tocou em todas as radios. Para este album destacamos ainda "How's it Going Down" com a viuva de Notorious BIG, Faith Evans e "Stop Being Greedy". Este album foi lançado em 1ª lugar na Billboard. Em seguida, no final do mesmo ano DMX lança "Flesh of my Flesh, Blood of my Blood". Destaque neste CD para as musicas "Slippin" que é a auto biografia dele e "No love 4 me" com a participação de Swizz Beatz e ainda a polemica The Omen com Marlin Manson.
Destacando esta fase da vida do DMX, ele é o unico musico do mundo que gravou dois albuns no mesmo ano que largaram em #1 na Billboard. Um feito que ainda não foi alcançado por ninguém.
Em trabalhos paralelos, DMX lança o CD Ruff Ryders Ride or Die Com grandes nomes como Jay Z com o grande sucesso Jigga My Nigga, LOX (Que eram da Bad Boy mas após brigas e discussões sobre direitos autorais sairam da Bad Boy), EVE(a primeira dama da Ruff Ryders) Drag-On (A.K.A " Fireman " o garoto prodigio da Ruff Ryders) entre outros. No album "And Then There Was X" que era a sequencia do sucesso do DMX. Com o single "What's my name"estourando nas rádios foi facil emplacar outros sucessos deste cd como Party Up ( Up in Here), "One More Road to Cross" e "What these Bitches Want" com a participação de Sisqo . Particularmente destaco neste CD a musica "More 2 a song" que retrata a musica que ele faz. Com alma e com perseverança. Logo apos este CD , DMX foi preso por dirigir sem premissão. Neste momento de sua vida que ele lançou o CD "The Great Depression" onde musicas mais profundas e a morte de sua avó que o criou o fizeram mais introspectivo. Destaque neste CD para "Who We Be", "He Right Here" , " Damian III" e a musica dedicada a sua avó " Miss You ". Em 2003 ele anunciou que estava saindo do jogo do Rap. Lançou seu ultimo CD intitulado "Grand Champ" com grandes bombas como "X gonna give it 2 ya", "Where the hood at", "Ayo Kato" entre outras. DMX com esses 5 albuns conseguiu um feito impressionante . Todos esses albuns estrearam em #1 na Billboard, o que diferencia o DMX dos outros rappers. Mas após anunciar sua saida e varios problemas pessoais , ele anunciou sua volta, mas com menos sucesso que o esperado. O album "Here We Go Again " ficou muito abaixo da espectativa. Com o Auxilio de seus amigos, ele lança o novo CD " Year of the Dog, Again ". DMX vem se envolvendo em seguidas prisões devido a digirir sem licença e envolvimento com drogas. Mas após esses acontecimentos ele se entregou à religião voltando às suas origens.

quinta 26 maio 2011 16:02 , em BIOGRAFIAS DOS RAPPERS MAIS CONHECIDOS


BIOGRAFIA DE RACIONAIS MC,S

Blog de cantinhodobaxo :HIP HOP PELO MUNDO..., BIOGRAFIA DE RACIONAIS MC,S

Um dos principais grupos de rap e hip hop brasileiros, surgiu no final da década de 80 na periferia de São Paulo com um discurso contra a opressão às populações marginalizadas nas grandes metrópoles brasileiras. A primeira gravação foi em 1988, na coletânea "Consciência Black". Dois anos depois, o primeiro disco solo, "Holocausto Urbano" levou o grupo a fazer uma série de shows pela Grande São Paulo, tornando-o mais conhecido. Em 1991 abriram para o show do grupo norte-americano Public Enemy, um dos pioneiros e mais famosos grupos de hip hop. A partir de 1992 os integrantes dos Racionais passaram a desenvolver um trabalho voltado para comunidades pobres da periferia, fazendo palestras em escolas sobre drogas e violência policial, racismo e outros temas. Combativos, em suas letras procuram passar uma postura até mesmo agressiva contra a submissão e a miséria, usando a linguagem da periferia, com gírias e expressões típicas. No final de 1994 um show no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, acabou em confusão e quebra-quebra quando os integrantes do grupo foram presos pela polícia sob acusação de incitação à violência. A violência policial é um dos temas mais constantes nas letras dos Racionais. O disco "Sobrevivendo no Inferno" levou o sucesso do grupo a um outro patamar, alcançando a marca das 500 mil cópias vendidas. No entanto, o conjunto adota uma postura dúbia em relação à mídia e à indústria fonográfica, que dizem ser parte do sistema que combatem. Algumas músicas dos Racionais são "Fim de Semana no Parque", "Pânico na Zona Sul"; Mulheres Vulgares", "Hey Boy", "Diário de um Detento", "Fórmula Mágica da Paz", "Homem na Estrada". A formação do grupo é com Mano Brown, Edy Rock, Ice Blue e Kl Jay.


Rap Brasileiro

A cultura Hip Hop, da qual o rap faz parte junto com o grafite e a dança break, deu o ar da sua graça no Brasil no começo dos anos 80 (poucos anos depois de seu surgimento, nos Estados Unidos), mais notadamente em São Paulo. Ela chegou pelas mãos das equipes que faziam os bailes soul e dos discos e revistas que começaram a ser vendidos em lojas nas galerias da Rua 24 de Maio, no Centro (mesmo local onde, na mesma época, encontravam-se os integrantes do nascente movimento punk). Os primeiros a aparecer foram os dançarinos de break que, expulsos pelos comerciantes e policiais da região, transferiram-se para a estação de metrô São Bento. Logo houve uma cisão entre esses breakers e os rappers (também conhecidos como tagarelas), que começavam a fazer seus versos e tiveram que se bandear para a Praça Roosevelt. Pouco tempo depois, eles se tornaram a facção mais forte e atuante do hip hop paulistano, levando até alguns breakers a tornarem-se rappers.

O registro inicial do rap brasileiro é a coletânea Hip Hop Cultura de Rua (1988, Eldorado). Ela trouxe faixas dos grupos Thaíde e DJ Hum (produzidas por Nasi e André Jung, do grupo de rock Ira!), MC Jack, Código 13, entre outros. Debutava no Brasil o estilo musical baseado em falas ritmadas despejadas por cima de bases dançantes tiradas de discos de funk, com eventuais scratches (os arranhões, efeito que os DJs obtêm ao fazer o disco ir para frente e para trás no prato). No entanto, a estética discursiva típica do rap já havia sido usada, um ano antes, para a confecção de um grande sucesso de rádio: Kátia Flávia, que o carioca Fausto Fawcett gravou com os Robôs Efêmeros. Os scratches também já haviam aparecido em disco em Estação Primeira (87), da banda paulistana Gueto.

Em 1988, outra coletânea de rap foi lançada em São Paulo: Consciência Black (primeiro disco do selo Zimbabwe). Nela, estava um grupo que daria muito o que falar nos anos seguintes: os Racionais MCs. Em suas duas músicas, Pânico na Zona Sul e Tempos Difíceis, Ice Blue, Mano Brown, Edy Rock e o DJ KlJay deram uma visão nada amenizada de como era dura a vida do jovem negro e pobre que mora na periferia paulistana, perdido entre o crime e a injustiça social. No começo dos anos 90, Thaíde e DJ Hum e os Racionais eram reconhecidos com os mais sérios e importantes nomes do rap paulistano, sempre envolvidos com campanhas de conscientização da juventude e movimentos de divulgação, unificação e promoção do hip hop no Brasil.

Em 1993, quando lançou seu terceiro LP, Raio X Brasil, os Racionais eram uma unanimidade na periferia, atraindo até 10 mil pessoas por show, e foram convidados para abrir a apresentação paulistana do Public Enemy, um dos mais importantes grupos do rap americano. As músicas desse disco independente - em especial Fim de Semana no Parque e Homem na Estrada - conseguiram furar o bloqueio das rádios, levando o nome da banda a um público que talvez nem suspeitasse haver músicas de tal contundência. Logo, foi editado pela Continental um CD reunindo as músicas dos três discos dos Racionais.

Naquela mesma época, surgiu no Rio de Janeiro uma inesperada força do rap: o adolescente branco de classe média alta Gabriel Contino, vulgo Gabriel o Pensador, que estourou no final de 1992 nas rádios com a música Tô Feliz, Matei o Presidente, direcionada para Fernando Collor, que havia acabado de renunciar em meio a um processo de Impeachment por corrupção. Contratado por uma grande gravadora, ele voltou às FMs com músicas como Lôraburra e Retrato de um Playboy, que, apesar do tratamento mais pop da produção, traziam em suas letras violentas críticas aos costumes da abastada e deslumbrada juventude carioca. Pouco tempo depois, Gabriel (que sempre procurou estar ligado ao movimento hip hop), participou da primeira coletânea de rap carioca, Tiro Incial, da qual fez parte outro nome do qual se iria ouvir falar: o rapper MV Bill, da Cidade de Deus.

Paralelamente, o rap se espandia para outras partes do Brasil, inspirando uma série de artistas, como o Câmbio Negro e o GOG (de Brasília), o Faces do Subúrbio e o Sistema X (de Recife, onde também surgiu o rapper-embolador Chico Science), Da Guedz e Piá (Porto Alegre) e Black Soul (Belo Horizonte). Mais para o meio da década, o rap experimentou no Brasil suas primeiras fusões com o rock, em bandas como a carioca Planet Hemp (de Marcelo D2) e em grupos de rap que viraram banda, como o paulistano Pavilhão 9 (referência ao local no presídio do Carandiru onde mais de 100 presos foram executados de uma vez só pela polícia) e Câmbio Negro.

O grande momento do rap brasileiro, porém, foi em 1998, quando os Racionais MCs lançaram o disco Sobrevivendo no Inferno, a obra-prima do rap nacional, que ultrapassou a barreira da periferia paulistana com a música Diário de um Detento. Relato de um prisioneiro do Carandiru sobre a rotina e suas elocubrações no dia 1o de outubro de 1992 - ou seja, um dia antes do massacre. O videoclipe, gravado no próprio Carandiru, acompanhou em ritmo de documentário a arrepiante letra de Mano Brown. Acabou sendo escolhido pela audiência da MTV o melhor vídeo do ano. O disco, que ainda trazia músicas como Jorge da Capadócia (de Jorge Ben Jor), Capítulo 4, Versículo 3 e Periferia é Periferia (Em Qualquer Lugar), Sobrevivendo vendeu mais de um milhão de cópias, recorde para um lançamento independente. Prova da incrível popularidade (e credibilidade) conquistada pela banda - em maior grau, entre o público da periferias das grandes cidades brasileiras, ainda que a sua mensagem tenha tido alguma penetração entre a juventude branca de classe média.

O sucesso dos Racionais garantiu uma boa exposição para o rap brasileiro, levando as gravadoras a contratar mais e mais artistas do gênero no fim dos anos 90 (época em que o rap também esteve mais forte do que nunca nos Estados Unidos). MV Bill, apadrinhado dos Racionais, relançou seu disco de estréia CCD Mandando Fechado com o título Traficando Informação pela gravadora Natasha, de Paula Lavigne, mulher de Caetano Veloso - e, no Free Jazz Festival de 1999, apresentou-se com o grupo de rap americano The Roots. Marcelo D2 lançou seu primeiro disco solo, Eu Tiro É Onda (98), que trouxe uma inspirada fusão de rap com samba.

Em Recife, o Faces do Subúrbio apostava, por sua vez, na embolada-rap. São Paulo, porém, permaneceu sendo o grande foco da produção de rap no Brasil, com uma forte cena baseada em uma série de selos independentes. De lá, saíram nomes como DMN, De Menos Crime, RZO, Xis e Dentinho e os Detentos do Rap, formado por presidiários do Carandiru (cujo primeiro disco trazia a irônica inscrição: "Contatos para shows: não disponível no momento). Aliás, a fascinação do rap pelo tema da criminalidade (expresso nos Estados Unidos na chamada vertente Gangsta Rap) levou uma série de artistas a gravarem, em 1999, um disco só com composições de um dos mais célebres bandidos cariocas, o ex-líder do tráfico José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha.

 

quinta 26 maio 2011 15:59 , em BIOGRAFIAS DOS RAPPERS MAIS CONHECIDOS


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